Política  

O fracasso do governo Dilma levou milhões de pessoas a miséria

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Estudo do Ipea mostra que a manipulação de dados e má aplicação de recursos mergulhou o país numa das maiores crises econômica da história

Um estudo divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra o maior desastre econômico, social e político da história do Brasil, em função do período administrativo sob o comando da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O instituto mostrou que ocorreu uma manipulação de indicadores dos índices de infração, IBGE e do Bolsa Família. Após 17 meses do afastamento de Dilma Rousseff pelo Congresso Nacional, aos poucos a população e a sociedade organizada vai tomando conhecimento do real cenário com os constantes aumentos de tarifa de energia elétrica, combustíveis e outros serviços. Segundo reportagem do jornal O Estadão, o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) voltou a crescer no país durante o governo da petista, após anos consecutivos de quedas durante a última década. Entre 2000 e 2010, o IVS foi reduzido, na média anual, em 2,7%, o que fez a vulnerabilidade social do Brasil passar de média para muito baixa. Ipea aponta que o governo Dilma Rousseff foi responsável pela alta do IVS brasileiro, que passou de 0,243 para 0,248 no período. Entre os anos de 2011 a 2105. Em entrevista para imprensa o deputado federal, Fábio Sousa (PSDB-GO), avalia que o governo Dilma trouxe enormes prejuízos em diversas áreas sociais e econômicas deste país. “Os dados mostram que muitos já sabiam, que o governo Dilma foi um desastre, senão o maior desastre econômico neste país. Isso comprova o engodo que eram os dados apresentados a nação brasileira”, frisou o parlamentar.

Desemprego

O número de pessoas vivendo na pobreza no Brasil deverá aumentar entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o fim de 2017, afirmou estudo inédito do Banco Mundial

Com mais de 13 milhões de pessoas desempregadas, o setor de geração de empregos foi mais que sofreu deteriorações. Entre 2000 e 2010, o IVS de renda e trabalho registou uma queda 34%, em uma média anual de 3,4%. Com Dilma, entre 2011 e 2015, o índice caiu somente 3,3%, o que resulta em uma média de 0,8% por ano. Entre 2013 e 2015, o indicador teve uma expressiva alta de 10,8%. Os dados são consistentes, baseados em estatísticas oficiais, que comprovam a inescrupulosa manipulação de indicadores econômicos e sociais. Onde o maior objetivo da era lulopetismo era fazer o que fosse possível para permanecer no poder. A coordenadora técnica do IVS, Bárbara Oliveira Marguti destaca que novos estudos do Ipea deverão mostrar mais números negativos da vulnerabilidade social no país. “Com o aprofundamento desta recessão possivelmente novos indicadores vão mostrar a real situação da herança da era do lulopetismo na área social e econômica”, reitera Marguti.

Estatais sucateadas

Outros dados que vem causando grandes prejuízos aos brasileiros é o sucateamento de estatais como a Petrobras, os Correios a Eletrobrás, Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Empresas que eram consideradas símbolos de soberania nacional. Somente nos Correios entre 2011 e 2014 foram cerca de R$ 2,1 bilhões de prejuízos, levando a empresa pública a uma crise nunca antes vivida. Na Petrobras os noticiários vêm mostrando diariamente casos de corrupção, com a Lava Jato, envolvendo diretores e agentes políticos ligados a empresa. No governo Dilma Rousseff as finanças da estatal sofreram com o rebaixamento artificial dos preços nos combustíveis. Além dos recursos que foram retirados da empresa para investimentos em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Falências de empresas privadas

Outro dado negativo aos lulistas é a quantidade de empresas que fecharam suas portas no governo Dilma, segundo dados do Serasa Experian, entre elas fabricante de geladeiras Mabe, responsável pelas marcas Dako, GE e Continental. Nos três primeiros anos de Dilma, 5.428 empresas pediram falência, uma média de 1.808 por ano.191 mil empresas fecharam as portas no país em 2015., com um aumento de 54,4% de registros de pedidos de recuperação judicial. Analistas de mercado destacam que este está sendo o preço pelo coquetel de barbeiragens, de um governo fracassado, que atuou com desonerações, subsídios para empresas “amigas”, gastos sem controle da máquina pública, desperdício com funcionalismo, as famosas pedaladas fiscais, que levaram a cassação do mandato de presidente de Dilma Rousseff. Um relatório divulgado recentemente pelo Banco Mundial aponta que para conter a pobreza o governo federal deveria ter um orçamento anual acima de R$ 30,4 bilhões de reais. Para 2018 o governo tem um orçamento previsto em R$ 28,7 bilhões para programas do Bolsa Família.

Fonte: Dados do Ipea, Banco Mundial e Jornal O Estadão.