Guarapuava recebe capacitação preparatória para a implantação do curso de Medicina16

Médicos de Guarapuava vão participar de uma capacitação preparatória para a implantação do curso de Medicina. O treinamento será realizado por instrutores do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, com experiência no ensino de cursos simulados de emergência. O encontro acontece no próximo final de semana (11 e 12),  no Hotel San Marino, em Guarapuava, das 7h30 às 18h. “A vinda do curso de Medicina é uma conquista para a cidade e estamos nos preparando da melhor forma para instruir os acadêmicos e atender a população de Guarapuava e região", afirma o secretário de Saúde, Stefan Negrão.

A capacitação terá aulas teórica e prática. “Os instrutores do hospital trarão um manequim avançado, um desfibrilador e material para manejo de via aérea. O objetivo é que, ao final do curso, o participante consiga montar cenários para as mais diversas situações de ensino”, especifica Negrão, informando que também serão utilizados materiais da secretaria. "Os médicos que participarem da capacitação serão os multiplicadores das informações para a equipe da Secretaria de Saúde e outros profissionais”, finaliza.

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Guarapuava mostra força na fase regional da Olimpíada Brasileira de Robótica

Optimus e Instituto Federal do Paraná dominaram a competição

Sede de uma das fases regionais da Olimpíada Brasileira de Robótica, Guarapuava recebeu, no ginásio municipal de esportes Joaquim Prestes, competidores de seis cidades (fazem parte, além de Guarapuava, Ivaiporã, Cascavel, Paranavaí, Umuarama, Arapongas e Maringá) que compõem a região dos jogos.

(Foto: Luca Soares/Extra) Equipe do colégio Optimus, de Guarapuava dominou o pódio 

Na modalidade de nível 1, para alunos do ensino fundamental, a equipe do colégio Optimus, de Guarapuava “tomou conta” do pódio. Primeiro, segundo e terceiro lugares ficaram com a equipe guarapuavana, sem contar que, na fase 2, conquistaram o terceiro lugar.

No nível 2, para alunos do ensino médio ou técnico, o grande campeão foi o Instituto Federal do Paraná, representante de Paranavaí na competição. Os alunos ficaram com o primeiro e o segundo lugares. Destaque para a equipe “Tubaína”, que ocupou o lugar mais alto, da premiação.

Extra acompanhou, desde o início da competição, os “tubaboys”, de Paranavaí, Matheus Osmarin, André Gustavo, Ronaldo Baratela, Moacir Henrique e Victor Henrique. Os meninos, que levaram um mês para construir seu robô, carinhosamente chamado por eles de “tubaboy”, ficaram em último lugar na edição passada da olimpíada.

(Foto Luca Soares/Extra) Meninos de Paranavaí foram os melhores no Nível 2 da competição

Porém, nessa etapa, bastaram alguns ajustes no robozinho, de acordo com eles, e o primeiro lugar, enfim, foi conquistado. “Vocês vão ouvir falar muito do nosso robô”, diz Matheus Osmarin. O estudante, aproveitou para desabafar: “Cara tô feliz, porque na nossa primeira competição ficamos em último, nosso robô não conseguia fazer quase nada, mas, aqui mesmo, a gente conseguiu fazê-lo evoluir muito. A gente tá muito feliz”.

Outro membro da equipe, Ronaldo Baratela, também, não conteve seu entusiamo. “É uma emoção muito grande. A gente não foi bem na primeira fase, e agora [campeões] nem sei o que dizer. Baratela, também, fazia parte da primeira formação que ficou em último lugar, na última olimpíada. “Estamos juntos sempre. Juntos na derrota, juntos na vitória”, acrescenta.

A volta por cima, dos meninos de Paranavaí, reflete bem o espírito da Olimpíada. O amor a tecnologia os uniu e fez, de uma derrota, nascer a vitória. De acordo com o coordenador regional do evento, professor Fábio Vinícius Primak, o objetivo principal da Olimpíada Robótica, é fazer com que haja esse envolvimento, essa interação, e que os participantes façam da robótica parte integrante de suas vidas.

“Olha, nós temos crianças, que vão de 10 a 18 anos, assistindo, participando, interagindo. Esse é o objetivo [da competição], fazer com que haja essa interação. Fazer com que todos interajam e trabalhem com a robótica”, diz Primak.

O coordenador falou, ainda, sobre a participação da cidade, como uma das sedes da competição e seu promissor desenvolvimento tecnológico que, num futuro próximo, pode ser destaque no país. “Por ser o primeiro evento, Guarapuava tá de parabéns. Podemos dizer que Guarapuava, hoje, vive um novo avanço, principalmente, na área de ciência e tecnologia. Com certeza daqui a um futuro não muito distante, poderemos dizer que Guarapuava poderá ser um polo de robótica no Estado do Paraná e quem sabe até do nosso Brasil”.

(Foto: Luca Soares/Extra) Duas, das três representantes femininas na competição, eram de Guarapuava. (Da esquerda para direita) João Vitor, Larine de Lara, Emanuele Wolf e Leonardo da Silva

Na prova, o robô precisa atravessar alguns obstáculos e depois pegar uma latinha de um lugar e levá-la para outro. Ganha quem cumpre todas as etapas em menos tempo. Na verdade, a competição simula um ambiente, onde só os robôs podem acessá-lo.

O sinistro pode ser um desmoronamento, uma queda de barreira, um acidente qualquer, tornando um lugar onde o ser humano não poderá entrar, por ser muito perigoso. Então, o robô entra em ação. Na disputa, ele vai passar numa pista de simulação feita para a competição, com todos os obstáculos, rampa, queda de barreira até chegar na latinha que seria, na vida real, uma vítima.

Os campeões, agora, seguem para a disputa estadual e, se passarem, vão disputar a versão nacional da Olimpíada e, quem sabe, a edição internacional, a chamada RoboCup. Segundo o professor Fábio Primak, Guarapuava será muito bem representada, pelo Colégio Optimus.

“Existe a possibilidade de Guarapuava participar [da RoboCup]. Ano passado a equipe foi bem, e esse ano está muito melhor preparada, com mais bagagem. Eu tenho certeza que farão um grande papel na fase estadual, e depois na fase nacional”, diz Primak

A OBR estabelece anualmente uma tarefa, e os alunos deverão construir robôs que atendam a esta tarefa. Os robôs podem ser integralmente construídos pelos alunos ou podem ser construídos utilizando kits robóticos (a critério dos participantes).

O que é a OBR?

A Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) é uma das olimpíadas científicas brasileiras apoiadas pelo CNPq que se utiliza da temática da robótica – tradicionalmente de grande aceitação junto aos jovens – para estimulá-los às carreiras científico-tecnológicas, identificar jovens talentosos e promover debates e atualizações no processo de ensino-aprendizagem brasileiro.

A OBR possui duas modalidades que procuram se adequar tanto ao público que nunca viu robótica, quanto ao público de escolas que já têm contato com a robótica educacional. Anualmente a OBR elabora e gere a aplicação de provas teóricas e práticas em todo o Brasil utilizando essa temática. A OBR destina-se a todos os alunos de qualquer escola pública ou privada do ensino fundamental, médio ou técnico em todo o território nacional.

O que é uma Olimpíada Científica?

As olimpíadas científicas são uma iniciativa para a popularização e difusão da ciência e tecnologia junto aos jovens utilizada em praticamente todo o mundo. Além da difusão, as olimpíadas realizam muitas outras atividades, e, em muitos casos são também atores no processo de atualização dos professores e escolas.

Duas das mais importantes são a Science Olympiad, realizada nos EUA e a European Union Science Olympiad, realizada em toda a União Europeia. No Brasil, s olimpíadas científicas tiveram seu início em 1978.

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