Bancada feminina tem requerimentos aprovados e reforça atuação no enfrentamento à violência contra a mulher
Propostas integram um protocolaço nacional e avançam no fortalecimento de políticas públicas para mulheres
A bancada feminina da Câmara Municipal de Guarapuava conquistou a aprovação de dois importantes requerimentos voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher. As propostas, apresentadas de forma conjunta durante o mês da mulher, reforçam o compromisso das parlamentares com a pauta e agora seguem para os devidos encaminhamentos.
De autoria das vereadoras Professora Terezinha (PT), Cris Wainer (PT), Profª Bia (PV) e Rita Felchak (MDB), os requerimentos foram aprovados em plenário, evidenciando a força da atuação coletiva em temas essenciais para a sociedade.
As iniciativas fazem parte de um movimento que ocorre no Brasil todo, que mobiliza parlamentares a levarem aos Legislativos propostas para enfrentar a violência de gênero e fortalecer os direitos das mulheres. Chamado de “protocolaço nacional”, o movimento surge como um chamado para transformar indignação em ação, pressionando o Estado a ampliar e qualificar políticas de prevenção, proteção e reparação diante do feminicídio e de todas as formas de violência contra as mulheres.
O Requerimento nº 82/2026 solicita o envio de ofício ao Governo do Estado do Paraná, com o objetivo de obter informações sobre o estágio de implementação do Plano de Metas Integrado de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, conforme previsto na Lei Federal nº 14.899/2024. A medida busca acompanhar a efetividade das ações e garantir que a legislação saia do papel.
Já o Requerimento nº 83/2026 será encaminhado ao Poder Executivo Municipal e solicita informações detalhadas sobre a estrutura da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher em Guarapuava. O documento pede dados sobre estrutura física, orçamento, recursos humanos, além dos fluxos de atendimento às vítimas e aos órfãos da violência.
A atuação em bloco da bancada feminina demonstra que, mais do que simbólico, o mês da mulher também é um período de ação, articulação e avanço concreto na garantia de direitos.
