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Falta de médicos é uma crise crônica de anos

Nesta semana foi apresentado alguns dos profissionais que vão atuar no sistema de Saúde de Guarapuava em 2019. Depois da saída dos médicos cubanos. O secretário municipal de Saúde, Celso Góes foi feliz na sua fala, quando disse que, pelo fato de a população não ter acesso ao prefeito ou governador na maioria das vezes, ela acaba utilizando as UBS como vitrine para todos os problemas sociais a qual enfrenta diariamente. Uma realidade incontestável, com dados e pesquisas que mostram a todo o estante que cerca de 80% da população está doente psicologicamente. Problemas como desemprego, conflitos familiares, drogas, álcool, gravidez na adolescência e tanto outras causas sociais são trazidas quase que diariamente aos agentes do sistema de saúde. Essa cultura realmente precisa mudar, sem falar que os agentes são seres humanos e também enfrentam no seu cotidiano particular inúmeros problemas. Outro ponto apontado para o sistema do município estar sobrecarregado é também que muitas pessoas não tendo atendimento imediato nas UBS dos bairros acabam buscando atendimento nas unidades de atendimento de emergências e de traumatologia, algo que precisa ser revisto com urgência, talvez, com a chegada destes novos profissionais isso deverá ser sanado. As notícias boas são os novos cursos de Medicina no Centro Universitário Campo Real e na Unicentro. Como também a diminuição dos índices de Mortalidade Infantil em Guarapuava e cidades da região. Como comentou a Pediatra, Maria Emi Shimazaki, mortes infantis nos dias atuais, não se justificam!