As águas quentes de Jurema

A história do local é um verdadeiro conto de fadas misturado com amor e paixão. O nome do local é uma homenagem à mulher do pioneiro Constantino Miguel, de Campo Mourão, que adquiriu o local em 1968. Devastado pelos “safristas” que nas décadas de 30 e 50 do século passado derrubavam as matas para plantar milho e alimentar as criações de porcos, demorou algum tempo para a área de recuperar e trazer de volta a floresta nativa.

 

  • (Quer saber um pouco mais? Procure a edição do Extra Guarapuava desta terça-feira, 28/10 nas bancas da cidade)
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