Volta às aulas: Fique atento a diferença que paga nos materiais do seu filho

Economista explica a importância de pesquisar os valores antes de comprar

A volta às aulas já está chegando, e nessa época ainda muitos pais começam a se preparar para a compra dos materiais escolares. Lápis, borracha, caneta, caderno, e vários outros itens, fazem parte da imensa lista dos produtos didáticos exigidos nas escolas (públicas e particulares).

(Fotos: AFJunior/Jornal Extra) Como sempre, o brasileiro deixa tudo para a última hora

Mas como fazer para comprar tudo o quer for necessário e, ainda assim gastar pouco? Para quem deixou tudo para a última hora (como o brasileiro sempre faz) o jornal Extra Guarapuava fez uma pesquisa de preços em algumas papelarias da cidade, para saber como anda a alta e a baixa dos preços.

Em uma das papelarias visitadas, a caneta simples, custa R$ 0,50. Já em outra papelaria o preço mais alto chega à R$ 6,90. É importante lembrar que a variação do preço depende da marca e do modelo dos produtos. Continuando a pesquisa o Extra identificou mais alguns itens da lista que também sofrem com essa alta e baixa de valores. Por exemplo, um caderno de capa dura dez matérias, tem a variação de preço de: R$ 9,95 à R$ 23,00.

A menos de uma semana do início das aulas, estudantes também buscam por material escolar

Dica de especialista – Segundo a Economista, e Professora do Departamento de Ciências Econômicas da UNICENTRO, Merylisa Furlan, a melhor forma dos pais cortarem e evitarem os gastos, é pesquisando nos mais diversos locais até encontrar o melhor preço. “É bom que os pais evitem comprar materiais de marcas famosas, porque esses produtos geralmente veem com um preço elevado devido à exportação/importação da mercadoria”, comenta a Economista.

Ela acrescenta também que se possível os pais devem optar pelo pagamento a vista, o que não permite os juros no crediário. Se isso não for possível deve-se procurar a loja que ofereça mais descontos, e boas condições de pagamento.

Gastos excessivos – Tatiane Maciel Siqueira é gerente do restaurante Rancho Alegre, e tem uma filha estudando no 6º ano do ensino fundamental. Ela conta que gastou em torno de R$ 478,00 na compra dos materiais, e disse que não costuma pesquisar os preços dos produtos. “Não tenho o costume de pesquisar antes de comprar, pois geralmente o material escolar de personagens é bem caro e somente encontro nas papelarias”, argumenta.

A empresária de Transporte Escolar, Salete Carraro , conta que esse ano notou um grande aumento no valor dos cadernos em relação ao ano passado. Outro item que segundo ela, tem um preço muito elevado, são as mochilas, que giram em torno de R$ 200,00 à R$ 300,00.

A orientação dos especialistas é pesquisar sempre, e, na hora da compra, não levar os filhos junto

A visão dos empresários – Maykon Nichelatti é gerente de uma das papelarias visitadas , ele afirma que sempre busca agradar ao cliente evitando a elevação dos preços no decorrer do ano. Ou seja, sua estratégia é manter sempre a mesa faixa de preço durante ano, assim o cliente ganha confiança e, sabe que não será prejudicado com a alta e baixa dos preços em diferentes épocas. “Se o cliente compra aqui, é porque ele confia. Antes do preço eu prezo qualidade e confiança”, argumenta o gerente.

A visão de Maykon não é diferente da de Daniel Gomes, gerente de outra papelaria da cidade. Daniel afirma que a vantagem dos pais comparem nas papelarias, é que ali se encontram todos os produtos do mercado especializado em material escolar. Além do preço que é constante. “Nós não gostamos de subir tanto os preços para lucrar nos produtos. Aqui como é um lugar tradicional da cidade, as pessoas já sabem o que encontrar e como encontrar, e isso faz a diferença”, comenta.

Procom – Entramos em contato com o Procon de Guarapuava, para saber quais medidas o cliente deve tomar se sentir prejudicado. “Todos os anos nós fazemos uma pesquisa para ver a inflação e a alta e baixa dos preços. Mas se o cliente se sentir prejudicado, ele deve entrar em contato com o Procon, para que todo o procedimento de fiscalização seja feito novamente”, esclarece o Coordenador do Procon de Guarapuava, Irineu Rodrigues Junior.

Agora com as dicas do Extra, você já sabe como agir na hora de comprar o material para seu filho, Fique atento!

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Volta aos trabalhos

No final de semana passado, eu estava revendo o vídeo da decisão da Chave Ouro do Campeonato Paranaense de Futsal do ano passado. Do histórico 'chocolate' de 7×2 do time de Guarapuava sobre o Cascavel Futsal. E, em algum momento da transmissão, naquele 6 de dezembro, a pergunta que o narrador fazia já era a seguinte: “Será que o técnico Banana (João Carlos Barbosa) vai conseguir manter a mesma força que o Baiano conseguiu para o time de Guarapuava?”

A resposta para esta pergunta começa a ser respondida a partir desta semana. Na última segunda-feira (19), a equipe guarapuavana se apresentou, dando início aos trabalhos da pré-temporada, em um ano que promete ser muito mais 'cheio' do que o de 2014. Além das disputas da Chave Ouro, Liga Futsal e Jogos Abertos, o CAD terá pela frente, a Copa Cataratas (já no mês de fevereiro), o Torneio dos Campeões da FPFS (que será disputado em Guarapuava, antes do início do estadual) e a Taça Brasil de Clubes (que será a principal competição da equipe no primeiro semestre). Assim o número de jogos e a intensidade deverá ser bem maior que a da temporada passada.

Neste período, o torcedor não tem muito contato com a equipe, pois os treinos são, em sua maioria físicos e não há jogos oficiais. No entanto, a pré-temporada é uma parte importantíssima no planejamento, sendo decisiva para o sucesso ou fracasso no futsal de alto rendimento. Chegar bem ao início das competições pode dar ao grupo confiança e força para 'engrenar' logo no início das competições previstas para 2015.

A exemplo do ano passado, a equipe de Guarapuava é a primeira, entre as paranaenses, a começar a pré-temporada. Fator que pode ajudar bastante, principalmente nos primeiros meses das competições. Guarapuava também é uma das primeiras do país a se reapresentar, na mesma data de equipes como Carlos Barbosa-RS e Jaraguá-SC. Apenas o Atlântico-RS se apresentou antes, no último sábado, dia 17. Sinal de que o projeto está tendo o mesmo cuidado do ano passado e tem tudo para gerar bons frutos.

Em tempo, vale lembrar que o clube ainda está comercializando os pacotes do Sócio-Torcedor. As pessoas que adquirirem as carteirinhas têm direito de entrada em todos os jogos da temporada, no 'Joaquinzão'. No ano passado, muita gente não conseguiu comprar ingressos para a final. Ou seja, é uma boa forma de garantir o lugar nas decisões e ainda ajudar o CAD a manter seu projeto forte, gerando receita neste início de ano, quando o clube não pode contar com a renda das bilheterias dos jogos oficiais.

Bora trabalhar!

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