Um pouco mais de saber

Dizem que o país só começa suas atividades depois do carnaval, mas para o desenvolvimento do saber ou do aprender, não tem data definida para acontecer.

Para homenagear o início das atividades letivas, onde escolas, colégios e Universidades, preparam-se para suas práticas docentes,  viemos aqui refletir sobre o “saber”. Saber vem do latim “sapere”, ter gosto e, originalmente, seu significado estava ligado ao paladar. O significado do saber se ampliou e já não basta apenas o paladar para se saber as ciências, as emoções e a vida, pois é preciso colocar-se por inteiro na busca do saber, de corpo e alma.

O saber é sal que tempera o ser, o gozo da alma, a consciência que o homem tem do mundo que o cerca e das diversas teorias criadas para explicar os mistérios que nos envolvem; é a luz que nos permite enxergar a estrada. O homem cria o saber, e este transforma o homem, propondo-lhe novos desafios.
Em nossa vida, temos duas escolhas com relação ao saber:

A primeira é apaixonar-se por ele, ser capaz de conviver com suas dúvidas pessoais e fazer sempre mais perguntas. Se for essa a sua escolha, você viverá as alegrias e os conflitos da eterna busca, mas será um ser com luz própria, capaz de mostrar novos caminhos.

A segunda escolha é ter uma fraca relação com algum saber. Nesse caso, deveremos nos conformar em caminhar sem rumo ou seguir a trilha que alguém, eventualmente, lhe indicar; quem sabe até ficar estático sem sair do lugar.

Em uma nação onde todos cultivarem o saber, não haverá pobreza, pois o saber leva ao progresso, à paz e à felicidadeFinalizamos nossa reflexão, com outra reflexão que representa a essência do saber na vida do ser humano:

“A experiência na vida prática é indispensável: Ordem, perfeição, pontualidade, governo de sí mesmo, temperamento jovial, uniformidade de disposição, sacrifício próprio, integridade e cortesia são essenciais.”(Ellen White)

About the author /


Extra

Post your comments

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Um pouco sobre renda fixa

Quando falamos sobre investimentos seguros, grande parte da população se reporta a tradicional caderneta de poupança. Muitos separam parte de suas rendas mensais, aplicam nesse produto e acham que estão “ganhando” dinheiro com a poupança.

A questão é que em época de inflação alta e juros altos, a única certeza que uma pessoa pode ter é que ela está perdendo dinheiro!  O rendimento baixo perde para a inflação e o poder de aquisição do seu dinheiro fica estagnado. 

É claro que todos nós precisamos de um local seguro para deixar nossa reserva financeira e nesse caso a poupança se encaixa, mas quando já temos a nossa reserva e desejamos fazer nosso dinheiro realmente crescer, ela deixa de ser a melhor opção.

Partindo desse princípio existem muitas dúvidas do que fazer com o dinheiro, já que muitos têm receio ou mesmo medo de aplicar em ações e outros fundos de rendas variáveis que possuem riscos maiores e querem encontrar outra opção na renda fixa, considerando a segurança que ela proporciona. Um fator importante a se considerar são as taxas que envolvem essas aplicações.

Fique atento nisso, pois se a taxa for muito alta e o tempo de aplicação for curto, há casos que a poupança seria uma melhor opção.  Em essência, podemos dizer que fundos de renda fixa são empréstimos que fazemos a algum órgão ou empresa e é a saúde financeira desses agentes que garantem a devolução do nosso dinheiro com juros. 

Os produtos mais conhecidos são os títulos públicos, ou seja, empréstimos que fazemos ao governo, CDBs, quando emprestamos dinheiro aos bancos e debêntures, quando tratamos de empresas.
Outro ponto primordial a considerar quando falamos de renda fixa é a escolha que cada pessoa tem que fazer quando decide aplicar nesses produtos: Seu dinheiro será remunerado com taxa prefixada ou pós-fixada?

Prefixada: Quando contratamos o produto já sabemos antecipadamente qual a taxa de juros será utiliza para remunerar o nosso dinheiro que permanecerá aplicado por determinado período. Esse tipo de taxa é a melhor opção quando os juros da economia estão em queda, pois manterá uma taxa atual por mais tempo e você já sabe qual quantia irá receber.

Pós-fixada: São vinculadas no momento da contratação ao desempenho de algum índice que pode variar ao longo do tempo. Nesse caso não se sabe de antemão qual será a soma que teremos no final do período, pois ela vai variar de acordo com os indicadores. Quando a economia está instável e desequilibrada esse tipo de taxa é mais indicada porque a tendência é que o governo aumente os juros para diminuir o poder de compra da população visando controlar a inflação. E com juros mais altos, seu dinheiro crescerá mais, tornando essa opção mais conservadora em tempos de crise, em contrapartida a prefixada que é mais especulativa.

About the author /


Extra


Fatal error: Cannot redeclare kopa_comment() (previously declared in /home/storage/6/2d/73/extraguarapuava/public_html/wp-content/themes/resolution/comments.php:50) in /home/storage/6/2d/73/extraguarapuava/public_html/wp-content/themes/resolution/comments.php on line 108