Novo time, novo desafio

Depois de um ano vitorioso para a equipe do CAD, o que muitos torcedores podem estar se perguntando é o seguinte: Teremos um time forte no ano que vem? Para responder esta pergunta, faremos uma análise das contratações anunciadas até o momento e o que deve mudar na equipe (lembrando que esta coluna está sendo escrita na manhã de segunda-feira).

A principal mudança é a saída de Baiano, com proposta irrecusável do Keima Futsal, de Ponta Grossa. O técnico levou consigo mais três atletas do elenco guarapuavano de 2014: Guto, Biro e Marquinhos. Para o lugar de Baiano, chega o experiente João Carlos Barbosa (Banana), que promete muito empenho e time competitivo, mas dentro das possibilidades financeiras do CAD.

Uma das principais características de Barbosa (que se assemelha ao técnico Baiano) é a capacidade de montar elencos qualificados. Prova disso é a equipe de Jaraguá, que foi montada na temporada passada, deixando para o treinador atual um time praticamente pronto. No dia a dia, o estilo de Banana difere um pouco de Baiano, não adotando o estilo 'paizão' e deixando os jogadores livres para evoluírem dentro do grupo. Já nos jogos, Barbosa é muito participativo, sempre em pé ao lado do banco de reservas: outra característica bem próxima de Baiano. Assim, à princípio, a transição deve ser tranquila.

Analisando o elenco, vemos mudanças no estilo de jogo. A começar pelos goleiros: os três arqueiros de 2014 (Falcone, Danilo e Guto) saem da equipe e chegam novos jogadores. Um deles é Roncaglio, que foi eleito o melhor goleiro da última Liga Futsal. A característica deste atleta é o jogo com os pés, coisa que não tínhamos em 2014: na Liga Futsal, o arqueiro marcou 9 gols e foi artilheiro do Blumenau. A segunda opção para o gol, Marcão (ex-Rio do Sul), também possui fama de ser bom chutador.

Na defesa, seguem Vitor e Giovanni, enquanto sai PH (que encerrou a carreira como atleta) e entra Régis, outro ex-jogador de Blumenau. Enquanto PH era um jogador de bom passe e boa movimentação, Régis é o chamado 'xerifão', e também tem um ótimo chute de longa distância. A defesa deve seguir muito forte com a contratação.

Nas alas, tivemos as saídas de Jamur (Sorocaba-SP) e Danilo Baron (Joinville-SC), mas chegaram Diece (ex-Orlândia) e Bynho (ex-Floripa). Perdemos um pouco na questão do chute de média distância, mas ganhamos em velocidade, principalmente com Diece. Além disso, as permanências de Felipinho, Adeírton, Deigo Fávero e Deivão devem dar a sustentação necessária para que a posição siga, pelo menos, no mesmo nível.

A posição de pivô ainda é mais carente (pelo menos até agora). As saídas de Simi Saiotti (para o futsal russo) e Marquinhos (para o Keima) dificilmente serão supridas à altura. No entanto, a boa fase de André Maluko, que segue em 2015, junto com Bruno Petry, tranquiliza a torcida. Com a contratação de mais um pivô deste nível, a equipe deverá estar pronta para defender o título paranaense e para chegar, mais uma vez, aos playoffs da Liga Futsal.

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Novo salário mínimo regional é aprovado na Assembleia Legislativa

Para virar lei o projeto de lei nº 161/14, de autoria do Poder Executivo, que reajusta o salário mínimo regional no estado em 7,34%, só precisa, agora, da sanção do governador.

A proposição, estabelecendo o novo piso que deve vigorar a partir desta quinta-feira (1º) e será aplicado em quatro faixas salariais, que variam de R$ 948,20 a R$ 1.095,60, passou em redação final na sessão plenária desta quarta-feira (30), na Alep.

Para o deputado Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, o projeto é importante porque garante o reajuste dos salários dos trabalhadores, mantendo o estado com o mínimo regional mais alto do país. O  piso é um regulador do mercado de trabalho, principalmente para aqueles trabalhadores que não têm acordo coletivo com sindicato, como as empregadas domésticas, por exemplo.

Proposto por uma comissão tripartite – formada por representantes dos empregadores, dos trabalhadores e do poder público – o novo piso vai beneficiar cerca de um milhão de paranaenses. O projeto de lei nº 161/14 fixa valores do piso salarial no Paraná e sua política de valorização, com base no inciso V, do artigo 7º, da Constituição Federal, e na Lei Complementar Federal nº 103/2000.

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