Liga Nacional de Futsal

O ano de 2015 é histórico para o futsal nacional. Em meio a uma reformulação na Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), a Liga Futsal, principal competição da modalidade, chega a sua 20ª edição com uma nova identidade visual e como novo nome. Agora a competição se chama Liga Nacional de Futsal, ou, simplesmente, LNF.
A expectativa é que, neste ano, a competição seja ainda mais independente da CBFS. O primeiro passo foi a criação de uma diretoria própria, com liberdade para realizar ações de divulgação e marketing. Neste ano, por exemplo, a Liga lançará um novo site, desvinculado do site da CBFS e um álbum de figurinhas da competição, para tentar fidelizar ainda mais os torcedores com os clubes.
Por outro lado, na parte da competição em si, não devemos ter muitas novidades. A começar pelo sistema de franquias, que segue como a modalidade utilizada e deve continuar por muito tempo. Neste sistema, os participantes só jogam a LNF se possuírem (ou representarem) uma das 20 franquias disponíveis para a competição. O Guarapuava Futsal, por exemplo, representa a franquia da empresa de materiais esportivos Poker. Já o Cascavel Futsal é o único paranaense com franquia própria.
As discussões para aumentar o número de participantes e para criar uma espécie de segunda divisão não avançaram. Com isso, a LNF segue como a competição forte do Brasil, mas sem nenhum critério técnico para a escolha das 20 equipes. A região Nordeste, por exemplo, que revela vários jogadores relevantes no futsal, não tem um representante se quer, assim como o Centro-Oeste e o Norte.
Na fórmula da competição também trás poucas novidades. Como nos anos anteriores, as equipes jogam entre si em turno único na primeira fase, classificando 14 equipes (duas a menos do que em 2014). Na segunda fase, em vez de quatro grupos de quatro, serão dois grupos de sete equipes, jogando em turno e returno. As quatro melhores avançam para os play-offs que acontecem no mesmo formato dos anos anteriores.
Paranaenses
Os três representantes do ano passado seguem na disputa: Guarapuava, Umuarama e Copagril. A diferença é que a Copagril agora representa uma das franquias da Penalty (Umuarama é o outro representante da marca). Já o Cascavel Futsal, como dito anteriormente, é o único com franquia própria, retornando depois do 'castigo' por ter questionado o regulamento da competição em 2013, quando foi eliminado nas quartas-de-final pela Intelli/Orlândia-SP.
Assim, vamos para mais uma Liga, com novo nome e roupagem, mas sem mudanças significativas em relação aos últimos campeonatos. A torcida mé de que, dentro de quadra, o futsal continue encantando, diferentemente do panorama extra-quadra.

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Liga de Futebol de Guarapuava trabalha para colocar a casa em ordem

Os estragos cometidos pela administração do ex-presidente da Liga de Futebol de Guarapuava (LFG), Edson Boscardini, ainda são grandes para entidade. O ex-presidente, que literalmente sumiu, com uma boa quantia em dinheiro, às vésperas da decisão do Amador 2013, não deixou somente o sumiço repentino como legado maior, mais que isso deixou uma série de dívidas para a entidade.

Um desafio, colocar a casa em ordem, que o atual presidente, José Benedito Guilherme, vem buscando cumprir de forma bastante clara, com uma gestão transparente acima de tudo. O primeiro passo justamente para recolocar a LFG nos trilhos foi justamente chegar a um acordo com os credores da entidade, que entre tantas situações vividas, corria até mesmo o risco de despejo, pela falta de pagamento de aluguel da gestão anterior.

Apesar de todas as inesperadas situações, a LFG é, segundo a Federação Paranaense de Futebol (FPF), a única liga de futebol amador do interior do Estado a estar devidamente regularizada junto a entidade e quando se fala em regularização da Liga, representa que todos os clubes, assim como os atletas estão devidamente legalizados em todas as categorias.

Em função desta situação e apontando o problema financeiro pelo qual a entidade que comanda o futeobl amador na cidade atravessa, o presidente, José Benedito Guilherme encaminhou o ofício 23/2014, informando a real situação da LFG à Federação Paranaense. A entidade, na figura do seu presidente, Helio Cury, fez uma doação no valor de R$3 mil à Liga, com respaldo no artigo 2º, inciso IV e artigo 23, inciso XXX, do Estatuto da Federação Paranaense de Futebol. O valor será utilizado para quitar pendências com a Receita Federal, decorrentes de impostos não declarados ao longo dos últimos anos.

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