Carnaval: O dilema das DSTs

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O número de casos de pessoas que contraíram doenças sexualmente transmissíveis, aumentam consideravelmente nesta época do ano. É preciso ser atento

Carnaval chegando, festas, farras, e folias, todo mundo feliz e enfeitando as ruas da cidade para comemorar a mais famosa festa do Brasil. É, mas nem tudo é flores e amores nestes quatro dias folia, com o carnaval vêm também o risco das doenças sexualmente transmissíveis que vem tirando a paz e o sossego de muitos brasileiros.

Alguns minutinhos de prazer, mas que podem provocar anos de lamúria. Muitas pessoas, acaba, esquecendo de usar preservativos na hora da relação com o parceiro (a) e por esta falha pode contrair sérias doenças, além claro de desenvolver uma possível gravidez.

Quando se trata das doenças sexualmente transmissíveis (DST) estamos falando de um dos maiores problemas de saúde pública do nosso país. Segundo o Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais, as pessoas acabam contraindo essas doenças por deixarem de fazer exames e testes, além de manter a saúde íntima e prestar bem atenção nas relações com o parceiro.

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“Jamais deve-se transar sem o uso de preservativos, nunca podemos saber quando uma pessoa pode ou não ter uma DST, por isso é necessário o cuidado nas relações íntimas, e também o cuidado individual, na realização de exames, testes, e no tratamento com a higiene nos genitais, isso também propicia doenças”, destaca diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.

Se tratando de dados no cenário nacional, no Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) doenças sexualmente transmissíveis,  a cada ano, são:

Sífilis: 937.000

Gonorreia: 1.541.800

Clamídia: 1.967.200

Herpes genital: 640.900

HPV: 685.400

Estas doenças citadas acima podem ser consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Outro fator é que nos dois sexos (masculino e feminino) as DSTs, deixam o organismo mais receptivo e frágil a outras doenças inclusive a aids, fora o fato de propiciarem e estarem diretamente ligadas com a mortalidade materna e infantil. […]

Confira a matéria completa na edição nº 230 que está nas bancas!

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