Universidade sem Fronteiras oferece oficina para a Terceira Idade

Foto: Assessoria

A atividade, direcionada aos alunos da Unati, teve o objetivo de incentivá-los a praticar mais exercícios físicos para a prevenção de doenças

A equipe do projeto Centro de prescrição e orientação de atividades físicas para populações especiais participou nos últimos dias da V SIEPE, a Semana de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão, organizada pela Unicentro. O projeto é uma das mais de 100 propostas que têm sido financiadas desde o começo do ano por meio do programa Universidade Sem Fronteiras (USF).

A bolsista do projeto e acadêmica do 2º ano de Educação Física (Campus Cedeteg/Guarapuava) Ana Fernanda Pompeu de Moraes explica que a atividade foi desenvolvida especialmente para os alunos da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati), para que conhecessem o trabalho desenvolvido pelo grupo. “Fizemos uma fala inicial dos benefícios da Educação Física, dando uma atenção especial para a osteoporose”, comenta. Os participantes aprenderam sobre a importância da realização de exercícios físicos e, em seguida, participaram de um circuito com diferentes exercícios. “A gente busca sempre trabalhar um exercício de membro superior e membro inferior, intercalados com exercícios aeróbicos. Pensamos no dia a dia do paciente e o que ele precisa, dando sempre ênfase para a necessidade de cada um”.

A aposentada Leoni Camargo é uma pessoa com uma rotina muito agitada. Aos 56 anos de idade, participa das atividades ofertadas pela Unati, pelo Sesc e pelo grupo da Terceira Idade da Prefeitura de Guarapuava. “Foi muito bom vir aqui hoje, é importante para a gente ter mais conhecimento sobre a nossa saúde, pois todos os dias estamos aprendendo e hoje com a explicação dos alunos, conseguimos aprender muitas coisas sobre exercícios físicos”, contou à reportagem, enquanto se preparava para participar do circuito.

Segundo a coordenadora pedagógica do programa de extensão Universidade Aberta da Terceira Idade, professora Maria Regina da Silva Vargas, ações como essa aproximam cada vez mais a comunidade para dentro da Universidade. “Um dos nossos objetivos é proporcionar essa integração entre a pessoa idosa e os alunos da graduação, então, momentos como esse só acrescentam valor ao nosso programa”, comenta. Ana ainda explica que para fazer parte do projeto é necessário que a pessoa possua qualquer tipo de patologia, como hipertensão ou diabetes, sendo que cada aluno receberá um treinamento especializado após feita avaliação. Para Leoni, será mais uma oportunidade de realizar alguma atividade benéfica para a sua saúde. “Eu participo de tudo, pois sempre tem muitos exercícios para a gente, eu não fico em casa. Casa para mim é só para dormir”, finaliza.

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