Cerimônia de passagem da lâmpada movimenta faculdade Guairacá

A tradição passada de ano em ano foi um marco novamente para o curso de Enfermagem da Faculdade Guairacá na noite da última terça-feira, 13.

A Cerimônia da Passagem da Lâmpada é uma homenagem à Florence Nightingale. A história conta que na Guerra da Criméia a enfermeira tratava os soldados feridos oferecendo-lhes palavras de apoio para que tivessem o conforto necessário para sua recuperação. As visitas eram feitas durante a escuridão nas noites, onde ela levava sua lâmpada de azeite. Essa rotina concedeu à Florence o título de ‘dama da lâmpada’, e marcou a profissão, que passou a usar a lâmpada como seu símbolo.

Todos os anos o curso de Enfermagem realiza a passagem da chama. O evento tem como objetivo transmitir experiências para os futuros profissionais. A chama de fogo contém simbolismo milenar e a passagem da lâmpada de um acadêmico para outro demonstra a continuidade da assistência de enfermagem.

De acordo com o Diretor Executivo da Faculdade Guairacá, Prof. Evilásio Gentil de Souza Neto, a simbologia da lâmpada deve ser sempre relembrada pelos acadêmicos, futuros profissionais, do carinho, atenção e do cuidado que o enfermeiro deve ter ao tratar seus pacientes. “De acordo com a missão da Guairacá, os alunos possuem a responsabilidade de serem agentes de transformação no seu espaço de atuação profissional. A passagem da lâmpada é um momento muito especial e representativo, que simboliza essa transição da área de atuação e o comprometimento com a qualidade da saúde”.

A acadêmica Priscila Prantl dos Santos Sydor escolheu o curso por admiração e durante os anos de graduação acabou se apaixonando ainda mais pela profissão. “O mais gratificante é ver que, com conhecimento e esforço, conseguimos mudar a vida das pessoas, proporcionando saúde e qualidade de vida. Um simples obrigado de um paciente recompensa todo o trabalho”. Para Priscila, a Cerimônia da Passagem da Lâmpada marca o início de uma nova fase. “É uma grande realização e vitória chegar até aqui. Vou sentir falta desse tempo, amadurecemos muito como pessoas e todos contribuíram de alguma forma, desde professores, colegas e pacientes”.

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